Proteção de Dados na Saúde: Como a LGPD mudou a relação com pacientes e por que empresas precisam ir além da lei

Enquanto a lei estabelece as regras, especialistas e indústrias defendem que a proteção é um compromisso social com a privacidade e a dignidade das pessoas A proteção de dados pessoais deixou de ser uma preocupação apenas técnica ou jurídica para se tornar um pilar fundamental. Na área da saúde essa preocupação também é importante, principalmente para a relação de confiança entre pacientes, profissionais e empresas. Mais do que cumprir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor desde 2020, trata-se de adotar uma postura ética e estratégica que coloca o respeito ao indivíduo no centro de todas as operações. “Proteção de dados não se resume a cumprir a LGPD. Trata-se de cuidar das pessoas, garantindo privacidade, segurança e respeito aos seus dados pessoais”, afirma Alexandre Moraes Galvão, Analista Jurídico Sênior do Laboratório Teuto. O profissional ainda ressalta o peso adicional no setor da saúde: “Informações sensíveis, se usadas de forma inadequada, podem causar prejuízos reais na vida das pessoas”. Mas, afinal, o que muda na prática com a LGPD? A lei, implementada para harmonizar e regulamentar o tratamento de dados pessoais no Brasil, estabelece direitos aos cidadãos e deveres às organizações. De acordo com o portal oficial do

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